Grave a tela, mande o link.O vídeo fica na nuvem da sua empresa.
Explicar por vídeo custa menos que marcar reunião. O Telatto grava, hospeda no armazenamento que a sua empresa já usa e transcreve no próprio servidor — a fala do seu cliente não sai da infraestrutura dela nem da nossa.
Sem cartão de crédito. A senha chega no seu e-mail.
No seu OneDrive, no seu Drive ou no seu servidor
Cada organização escolhe onde os arquivos ficam. Para quem tem jurídico exigente, isso resolve a objeção antes dela aparecer: o vídeo da reunião interna não passa a morar na nuvem de um fornecedor.
A transcrição segue a mesma regra — roda no servidor, e não num serviço de terceiro.
O que o link entrega
Gravar é a parte fácil. O que separa um vídeo de um arquivo esquecido é o que acontece depois que alguém abre o link.
Grave pelo navegador ou pelo aplicativo. A câmera aparece numa bolha no canto que você escolhe antes de começar.
Senha, data de validade e pedido de identificação. Você vê quem assistiu, quando e até onde foi.
A fala vira texto no próprio servidor. Quem abre o link em reunião assiste sem som e entende tudo.
Ninguém lembra do título, mas lembra da frase. A busca cobre o que foi dito no vídeo, e não só o nome do arquivo.
A conversa fica no segundo em que o assunto aparece. Quem não tem o que escrever reage com um clique.
Todo mundo grava alguns segundos ruins no começo. Dá para tirar sem sair do painel.
Um lugar com quem, e não onde: a gravação continua sua e passa a aparecer para as pessoas do espaço, sem link público.
Para gravar a tela inteira com o som do sistema, com a captura acelerada pelo hardware da máquina.
Comece pela sua empresa
Você cria a empresa, recebe a senha por e-mail e grava a primeira tela em seguida. Convidar o time vem depois, quando fizer sentido.
Criar conta da empresaSua empresa já usa o Telatto? Peça o acesso a quem administra o sistema por aí.